duplodeck – duplodeck EP (2011)

 

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ABOUT (ENGLISH)

The only unanimity among the members of duplodeck was their admiration for their compatriot singer-songwriter Jorge Ben. The press once called them the “Brazilian Stereolab” – rather narrow title for a band that also resonated Pixies, Comet Gain and Deerhoof, to name a few. Conceived in Juiz de Fora, Minas Gerais, duplodeck existed from 2001 to 2005 – time in which they wrote a huge amount of songs, but recorded only one never released EP. With new mixing, their self-titled debut now resurfaces with guitars louder than originally planned, whilst its four songs remain incredibly fresh. Pug Records has just made the EP available for free download, also compiling an extended version in cassette. The release has encouraged a reunion of the group – they’re preparing a full-length album for the end of the year.

The cassette B-side brings rarities that not even the band members were aware of. In addition to the EP songs, the bonuses encompass live performances, drunken rehearsals and jam sessions. Towards shoegaze noisemaking or bossa nova harmonies and beats, these tracks escape from the EP’s pop format. Such diversity also shows in the two covers: a Beulah-resembling reinvention of Temptations’ My Girl and an appropriation of the post-punk hit Another Girl, Another Planet, from The Only Ones. More than just drafts for the upcoming LP, this material, despite the inappropriate recording, represents a fair sample of the sextet’s great potential.

Release date: 18th April 2011 / Catalog number: PUG003.

RELEASE (PORTUGUESE)

O único consenso entre os seis membros da duplodeck era a admiração por Jorge Ben. A imprensa chegou a chamá-los de Stereolab brasileiro, título insuficiente para definir sua sonoridade, que remete também a Pixies, Comet Gain e Deerhoof, entre outros. Nascida em Juiz de Fora, Minas Gerais, a duplodeck existiu entre 2001 e 2005 — período em que compôs um vasto repertório, mas gravou apenas um EP jamais lançado. Com nova mixagem, o debute homônimo ressurge com guitarras mais altas do que o planejado originalmente, ao passo que suas quatro faixas se mantêm incrivelmente atuais. A Pug Records acaba de disponibilizar o EP para download gratuito em seu site, além de prensar uma versão estendida em cassete. O lançamento incentivou o retorno da banda, que prepara um LP para o final do ano.

A fita traz no lado B raridades das quais nem os integrantes tinham conhecimento. Seus 60 minutos abrangem apresentações ao vivo, ensaios embriagados e jam sessions. Essas faixas extrapolam o formato pop do EP, seja em direção a ruídos shoegaze ou a dedilhados de bossa nova. Tal diversidade também passa pelos dois covers: uma releitura do clássico My Girl, dos Temptations, com ecos de Beulah, e uma versão do hit pós-punk Another Girl, Anothet Planet, do Only Ones. Mais do que um rascunho do futuro LP, esses bônus, apesar de gravados em condições impróprias, são uma amostra do enorme potencial do sexteto.

Lançamento: 18 de Abril de 2011. Catálogo: PUG003.

CLIPPING / REVIEWS

“Their 5-track EP is quite varied in sound. The fun garage-pop of “Strange Girl” – with its loud and nearly out of control guitars flailing all over the place – would fit perfectly amongst the songs of 90s’ rock revival band, Yuck. Contrasting this sharply is “Nouvelle Vague,” which anyone would immediately confuse with Stereolab. The soaring female lead vocal combined with vibes, vintage keyboards, that lounge-y relaxed tempo and groove captures the essence of seemingly hundreds of Stereolab songs in a little more than 4 minutes.” by Tympanogram.com, USA.

“The song (Strange Girl) to be found under the tinny layers of noise is a beautiful and emotional throw-back to proper nineties college rock, free of pretention and focused on crashing guitar riffs and lyrics detailing the ups and downs of teenage romance.” by Track Each Day, England.

“Alguns torrões de açúcar e guitarras distorcidas, alguns toques de romance e outros de esquizofrenia, essa é a fórmula encontrada pela banda mineira Duplodeck para desenvolver sua própria sonoridade. Em seus momentos mais “raivosos”, como o que é ressaltado em Strange Girl, o baixo pulsante não esconde: Kim Deal e seu Pixies são uma das paredes que edificam a pequena morada instrumental da banda. Já em seus momentos mais “adocicados” são as referências aos sons do Deerhoof (algo raro em solo tupiniquin) que viabilizam a condução das músicas.” by Miojo Indie, Brazil.

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